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O Modelo de Excelência da Gestão® (MEG) é o carro-chefe da FNQ para a concretização da sua missão, que é a de estimular e apoiar as organizações brasileiras no desenvolvimento e na evolução de sua gestão para que se tornem sustentáveis, cooperativas e gerem valor para a sociedade e outras partes interessadas.

O MEG incorpora as mais recentes e emergentes questões concernentes à gestão, sendo de fácil absorção e entendimento, sem, no entanto, afetar o rigor técnico com que os temas são tratados. Ele é único e incomparável em sua abrangência e visão holística da gestão.

Ele é composto por oito Fundamentos da Excelência, desdobrando-se diretamente em Temas que, por sua vez, abrem-se em processos para os quais são indicados o ferramental mais adequado.

Na figura ao lado, temos a representação gráfica do MEG, baseada no Tangram (quebra-cabeça de sete peças de origem chinesa), criada com inspiração nas cores da bandeira do Brasil e no Ciclo PDCL.

Ao utilizar o MEG como referência, a organização deve adaptá-lo (remontá-lo) na melhor forma que defina seu modelo de gestão. A figura simboliza um modelo de relacionamento entre a

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organização – considerada como um sistema adaptável, gerador de produtos e informações – e seu ambiente organizacional e tecnológico, além do próprio ambiente externo.

O Modelo estimula o alinhamento, a integração, o compartilhamento e o direcionamento em toda a organização, para que atue com excelência na cadeia de valor e gere resultados a todas as partes interessadas.

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Além disso, ao adotar o MEG, os vários elementos da organização e as partes interessadas interagem de forma harmônica nas estratégias e resultados, estabelecendo uma orientação integrada e interdependente de gerenciamento.

  • Modelo Sistêmico: Possui um conceito de aprendizado e melhoria contínua, pois seu funcionamento é inspirado no ciclo do PDCL (Plan, Do, Check, Learn).
  • Não é prescritivo: O MEG é considerado um modelo de referência e aprendizado, no qual não existe prescrição na sua implementação de práticas de gestão. O modelo levanta questionamentos, permitindo um exercício de reflexão sobre a gestão e a adequação de suas práticas aos conceitos de uma empresa classe mundial.
  • Adaptável a todo tipo de organização: o MEG permite às organizações adequar suas práticas de gestão aos conceitos de uma empresa classe mundial, respeitando a cultura existente. O modelo tem como foco o estímulo à organização para obtenção de respostas, por meio de práticas de gestão, sempre com vistas à geração de resultados que a tornem mais competitiva.

O MEG pode ser aplicado em qualquer tipo de organização. São diversos os benefícios da adoção do modelo.

  • Promove a competitividade e a sustentabilidade.
  • Proporciona um referencial para a gestão das organizações.
  • Promove o aprendizado organizacional.
  • Possibilita a avaliação e a melhoria da gestão de forma abrangente.
  • Prepara a organização para participar do Melhores em Gestão®.
  • Melhora a compreensão de anseios das partes interessadas.
  • Mensura os resultados do negócio de forma objetiva.
  • Desenvolve a visão sistêmica dos executivos.
  • Estimula o comprometimento e a cooperação entre as pessoas.
  • Incorpora a cultura da excelência.
  • Uniformiza a linguagem e melhora a comunicação gerencial.
  • Permite um diagnóstico objetivo e a mensuração do grau de maturidade da gestão.
  • Enfatiza a integração e o alinhamento sistêmico.
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Conheça, abaixo, os oito Fundamentos da Excelência, na 21ª edição do MEG.
Para saber mais detalhes de cada Fundamento, CLIQUE AQUI.

  • Pensamento sistêmico;
  • Aprendizado organizacional e inovação;
  • Liderança transformadora;
  • Compromisso com as partes interessadas;
  • Adaptabilidade;
  • Desenvolvimento sustentável;
  • Orientação por processos;
  • Geração de valor.

Hoje, o Modelo de Excelência da Gestão® (MEG) reflete a experiência, o conhecimento e o trabalho de pesquisa de diversas organizações e especialistas do Brasil e do exterior.
Mas antes de ser consolidado como MEG, a FNQ adotava outras metodologias internacionais. De 1992 a 1996, era utilizado o modelo americano da Fundação Baldridge da Gestão Qualidade Total. Algumas mudanças foram feitas no modelo a partir de 1995, mas sempre acompanhando a estrutura do Malcolm Baldridge National Quality Award, até 2000, quando foi lançada a primeira versão do MEG, o primeiro modelo genuinamente brasileiro de gestão.

A cada ano, o MEG vem sendo aperfeiçoado por meio do nosso Núcleo Técnico, que promove a sua atualização e o coloca na vanguarda dos modelos de gestão.

Atualmente, o MEG é o único modelo no mundo que está em sua 21ª edição, o que demonstra a preocupação da FNQ em mantê-lo atual e alinhado ao cenário mundial.

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